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Lisboa Top 10
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Escolher dez pontos de passagem obrigatórios em Lisboa é uma tarefa hercúlea, para não dizer impossível. É que a capital portuguesa é uma cidade com mais de 2.500 anos de história, ao longo dos quais foi habitada por povos provindos de todo o mundo, fusionando culturas, religiões e ideias distintas e transformando-se num caso singular de diversidade étnica. Nas ruas da sua baixa pombalina, cruzam-se europeus, africanos, asiáticos e latino-americanos com a mesma frequência com que nos seus bairros mais históricos se ouvem os sons do fado ou ecos de música africana, modinhas brasileiras e melodias indianas ou chinesas. Lisboa é a cidade que abriu portas ao mundo e, em consequência, recebeu o mundo dentro das suas portas. Nos monumentos, mas também na gastronomia e nas marcas da cultura urbana, Lisboa é toda a gente.

classificação
5 /10

1 - Castelo de São Jorge

O castelo de São Jorge divide-se em duas partes: a cidadela e o castelejo. O castelejo é a parte interior, de planta quadrada, muralhas ameadas e dez torres; já a cidadela corresponde à primeira cintura interior de muralhas. Ao longo dos séculos, o castelo sofreu uma profunda erosão e acabou por ser reconstruído durante as décadas 30 e 40 do século XX. De facto, a estrutura que hoje se visita é resultado dessa mesma reconstrução, que recuperou grande parte dos seus muros e subiu as torres. O castelo de São Jorge está aberto todos os dias, das 9h00 às 18h00 (21h00 de março a outubro), recebendo espetáculos e exposições regularmente. 

classificação
7,4 /10

2 - Miradouro da Senhora do Monte

Do miradouro da Senhora do Monte avista-se o estuário do Tejo, a igreja da Graça, o castelo de São Jorge e o bairro da Mouraria, assim como a baixa pombalina, as ruínas do convento do Carmo, o parque de Monsanto, as avenidas Novas e as demais colinas de Lisboa. Todos estes pontos estão referenciados num painel de azulejos instalado no varandim de observação, para facilitar a sua identificação por quem aqui vem apreciar a paisagem. Este miradouro está enquadrado num pequeno jardim repleto de árvores frondosas, que proporcionam boas sombras e uns bons momentos de tranquilidade.

classificação
8 /10

3 - Via Graça

A ementa do Via Graça está focada na cozinha tradicional portuguesa e por lá encontra uma apetecível miríade de petiscos, como por exemplo as pataniscas de bacalhau e os croquetes de novilho. Nos pratos principais, destacam-se especialidades como bacalhau com broa, empada de caça e cabrito assado. Guarde espaço para a sobremesa, já que o chocolate belga em mousse com gelado e frutos secos, o crocante de maçã e frutos secos com gelado de maçã verde e o creme rico queimado são obrigatórios. Acompanhe a sua refeição com uma das mais de três mil garrafas da gigantesca garrafeira do Via Graça.

classificação
9,7 /10
desde 8

4 - Arco triunfal da rua Augusta

Em 1815, ergueram-se as seis enormes colunas de pedra que suportam o arco triunfal da rua Augusta, terminado apenas em 1873. O estilo romântico ressalta nas estátuas que representam grandes vultos da história portuguesa: Viriato, Vasco da Gama, o marquês de Pombal e Nuno Álvares Pereira. Duas figuras reclinadas, uma em cada lado, simbolizam os rios Tejo e Douro. Para atingirem o topo do arco, os visitantes sobem por um pequeno elevador que dá acesso a uma câmara intermédia (com elementos explicativos). Após mais um lance de escadas, chegam ao terraço superior e à sua surpreendente vista.

classificação
5 /10

5 - Esplanada do Jardim da Estrela

Na Esplanada do Jardim da Estrela pode tomar o pequeno-almoço, lanchar e mesmo almoçar ou jantar um prato mais simples, sempre na companhia dos patos que frequentam o bucólico lago contíguo. No menu encontra uma farta variedade de salgados (empadas, croquetes, pasteis de massa tenra), tostas e quiches. No capítulo dos doces, a casa faz gala nas tripas de Aveiro, aqui recheadas com chocolate ou doce de ovos. Mas a oferta de doçaria engloba ainda pudim com chocolate e tarteletes de café. Tudo isto pode ser acompanhado por um sumo natural de frutas ou uma cerveja. No entanto, há quem opte por trazer o jornal e ficar ali a lê-lo sossegadamente, enquanto apenas toma um café.

classificação
5 /10

6 - Mosteiro dos Jerónimos

Na igreja do mosteiro dos Jerónimos, dividida em três naves e iluminada através de magníficos vitrais, encontram-se os túmulos de Vasco da Gama e Luís de Camões. Já nos claustros (visitáveis de terças a domingos), repousam os restos mortais do poeta Fernando Pessoa, enquanto os do historiador Alexandre Herculano descansam na sala do capítulo. Esta igreja acolhe ainda um famoso sacrário de prata, oferecido aquando da restauração da independência de Portugal. Atente ainda à fachada do portal sul, voltada para o Tejo: é o centro visual do mosteiro, dominado pela imagem de Santa Maria de Belém com o Menino.

classificação
9 /10
desde 20

8 - Os Dias do Terramoto

O percurso d'Os Dias do Terramoto chega então à Baixa lisboeta, zona arrasada pelo terramoto e posteriormente recuperada pelo marquês de Pombal (o que levou à designação de baixa pombalina). Aqui evidenciam-se as novas regras arquitetónicas de Pombal, como o traçado retilíneo das ruas e a construção de espaços amplos e luminosos, como a rua Augusta (e o seu arco triunfal) e o Terreiro do Paço. É aqui que o passeio termina, no meio dos antigos edifícios ministeriais e com uma vista privilegiada para o rio Tejo. Este tour dura três horas e recomenda-se o uso de roupa e calçado prático. Realiza-se todos os dias da semana, duas vezes por dia (às 10h00 e às 15h00) e aceita até 20 pessoas.

classificação
8 /10

10 - Núcleo arqueológico da rua dos Correeiros

O núcleo arqueológico da rua dos Correeiros está num ponto que, na antiguidade, era próximo de uma praia fluvial. Assim, bem perto da rua Augusta, é possível conhecer vestígios de uma fábrica romana de conservas de peixe salgado e de uma moradia abastada, de que são visíveis restos de um complexo termal e mosaicos policromados. Para além de objetos do período romano, expõe ainda vestígios de épocas anteriores (período ibero-púnico) e posteriores (períodos visigótico, islâmico, medieval, quinhentista e pombalino). Também evidencia a estrutura da gaiola pombalina, inventada pelos engenheiros do século XVIII para resistir aos terramotos, como aquele que arrasou Lisboa, em 1755.

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